Enquanto viajava de Frankfurt a Istambul, José Costa acaba
fazendo um pouso forçado em Budapeste, que é a capital da Hungria. E se
apaixona pela cidade e por uma húngara chamada Kriska, com quem tem relações e
o protagonista inicia uma vida dupla, a primeira aqui no Brasil com sua mulher
brasileira Vanda e a outra na Hungria, com Kriska.
E é nesse contexto que José procura pelo seu “eu” e isso se
torna uma das coisas mais interessantes do livro, essa vida problemática que o
protagonista passa a ter.
Escrito por ninguém mais ninguém menos que Chico Buarque, o
livro é uma ótima narrativa de alguém que, enquanto está na Hungria, sente
saudades das praias, do calor, da pele morena de Vanda e quando está no Brsil,
sente falta de neve, da pele absurdamente branca de Kriska e do idioma húngaro,
que na minha opinião, é uma das mais complexas línguas da Europa.
-Flávio Brisola N°13
-Flávio Brisola N°13
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