quarta-feira, 9 de março de 2016

                  O cão dos Baskerville

                  O Cão dos Baskerville foi escrito por Sir Arthur Conan Doyle, publicado em 1902. Este é um dos quatro romances narrados pelo o Doutor Watson sobre as aventuras do primeiro e único detetive consultor do mundo, Sherlock Holmes.
                  A história começa quando um homem vai até o 221B em Baker Street, o famoso endereço de Holmes e Watson, para procurar ajuda em um caso extremamente singular. O homem se chama Dr. Mortimer e era o médico de Sir Charles Baskerville, um homem idoso, rico e bem apessoado que morava no Solar Baskerville, uma mansão de mais de 500 anos de tradição, abrigando todos os outros Baskerville. Porém, quando Sir Charles morre por motivos suspeitos e em um lugar estranho (um ataque cardíaco do lado de fora de sua mansão, a noite), Dr. Mortimer não pode deixar de se lembrar de uma lenda que aterrorizava a tradicional família chamada “O Cão dos Baskerville”. Resumidamente, a lenda dizia que um enorme cão de poderes sobrenaturais havia matado, há muitos anos, Hugo Baskerville, um dos antepassados da família e por causa de uma maldição, este cão iria matar todos os outros integrantes da família.
                 Claro que a primeira suspeita de Dr. Mortimer é achar que Sir Charles havia sido morto pelo o cão sobrenatural, mas Holmes e Watson acham diferente. Porém, o que acaba preocupando ainda mais o Dr. Mortimer é a chegada do jovem Henry Baskerville ao Solar da família, o único herdeiro da mansão e ingênuo a lenda do cão. O médico se preocupa com a segurança de Henry e pede a ajuda de Holmes. Como todos os eventos deste caso ocorrem fora de Londres e Holmes se diz muito ocupado com outros casos para acompanhar o Dr. Mortimer e Henry Baskerville até o Solar, ele manda Watson em seu lugar e é com isso que a história realmente começa.
                 Assim como a maioria dos contos e romances de Sherlock Holmes, esta história é narrada por Watson e é nesta história em específico que ele se destaca, afinal, em todas as outras aventuras envolvendo o detetive, o médico acaba ficando um pouco apagado, servindo, muitas vezes, apenas como um narrador. Porém, neste romance, é muito interessante vê-lo tomando as próprias conclusões sobre o caso, suas próprias atitudes e, claro, fazendo suas próprias deduções. Durante a maior parte da narrativa, não vemos nem sinal de Holmes e isso faz com que Watson realmente se desenvolva como personagem.
                                                                                                                 {Felipe Ferreira n°11}

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