Resenha Divergente, de Verônica Roth
Divergente
O livro de abertura começa com Beatrice (Tris), uma moça muito tímida e quieta, que conta ao leitor como é a vida numa Chicago do futuro quefoi destruída por guerras. Para que a sociedade sobrevivesse, ela foi
dividida em facções. A Abnegação (facção de Tris) é aquela
altruísta, que tenta se distanciar do egoísmo. É tirar a roupa que veste
para ajudar ao outro. Aqui, a necessidade do outro está acima da
necessidade pessoal. Como eles não são egoístas, o governo foi entregue à
Abnegação.
A Erudição valoriza muito o conhecimento. São eles os professores, médicos, os cientistas, os que contribuem para aumentar o conhecimento da sociedade. A Audácia são os valentes. Eles defendem as cercas da cidade. Totalmente destemidos e também imprudentes já que o medo não pode existir entre eles. A franqueza defende a verdade acima de todas as coisas, não existe segredos entre a franqueza, pois acreditam que as mentiras ocasionaram a destruição da sociedade. Já a Amizade acredita e valoriza totalmente a paz e a harmonia acima de tudo. Eles são amáveis e pacíficos, geralmente ficando de fora das esferas de decisões na cidade, por não quererem criar conflitos. Responsáveis pelas lavouras e pomares que alimentam a cidade.
Após ser declarada Divergente (sem facção), Tris não sabe o que fazer, e graças a isso escolhe a Audácia, a partir deste momento uma serie de acontecimentos ocorre dando espaço para criação de Trilogia sobre a vida de Beatrice e o que acaba acontecendo nela.
Gabriel Henrique Alapone Vitturelli Pires nº16
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